Radar da Última Milha / Guia para empresas
Como escolher uma transportadora de última milha em Salvador
A última milha é onde a experiência do cliente acontece. Cada pacote entregue fora do prazo vira reclamação, avaliação ruim e custo de reentrega. Por isso a escolha da transportadora local pesa tanto quanto a do marketplace ou do ERP. Este guia reúne o que avaliar antes de contratar uma operação de last mile em Salvador e na Bahia.
1. Indicadores, e não promessas
Peça os indicadores que a transportadora acompanha e com que frequência. Os principais:
- OTD (On Time Delivery): entregas feitas dentro do prazo.
- DCR (Delivery Completion Rate): entregas concluídas sobre o total despachado.
- RTS (Return to Sender): pacotes devolvidos ao remetente.
- Produtividade: entregas por rota e por motorista.
Velocidade sem controle gera prejuízo. Controle sem velocidade gera atraso. A boa operação entrega os dois.
2. Torre de controle e rastreamento
Pergunte quem acompanha as rotas em tempo real, como funciona o escalonamento quando algo dá errado e que visibilidade você terá de cada entrega. Uma torre de controle acompanha do despacho à confirmação e age antes de o problema crescer.
3. Frota adequada à cidade
Salvador tem bairros densos, ladeiras e janelas de entrega apertadas. O mix de veículos precisa seguir a densidade urbana e o perfil da carga: utilitários como Fiorino em rotas urbanas densas, HR baú e vans para mais volume, carros de passeio para picos.
4. Cobertura real
Confirme as cidades atendidas com operação própria. A Amazing, por exemplo, cobre Salvador, Candeias, Simões Filho, Camaçari, Madre de Deus, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé e Feira de Santana, com hub em Salvador. Veja a cobertura completa.
5. Gestão de motoristas
A qualidade da entrega depende de quem está na rua. Avalie como a transportadora seleciona, treina e acompanha a performance dos motoristas, e se paga em dia: rotatividade alta aparece direto no OTD.
6. Escala e governança
Se sua operação cresce em Black Friday ou datas sazonais, a transportadora precisa absorver picos sem cair o nível de serviço. Pergunte sobre capacidade semanal, frota sob demanda, processos padronizados, auditoria e controles internos.
Checklist rápido
- Quais indicadores vocês reportam e com que frequência?
- Como funciona a torre de controle?
- Quais cidades têm operação própria?
- Qual o volume semanal atual e a capacidade em picos?
- Como os motoristas são selecionados e treinados?
Quer ver isso na sua operação?
A Amazing entrega cerca de 42 mil pacotes por semana na Bahia, com torre de controle e gestão por indicadores.